Sim, me obriguei a escolher só dez. E você irá perceber também que a maioria das músicas que integram esta lista encontram-se também na lista de melhores discos, como nao poderia deixar de ser.
1° A perfeitíssima "That's No Way To Tell A Lie", do James Dean Bradfield ganha de longe de qualquer outra que tenha surgido este ano. Não tem como ouvi-la apenas uma vez, nem mesmo duas ou três, ela é supermagnética, com aquelas meso-onipresentes palminhas que remetem ao que tudo de melhor fizeram os já saudosos Manics.
2° She Wants Revenge - Out of Control: Imbatível!! Logo que o fantástico Interpol surgiu, lembro-me de ter dito a mim mesma que não haveria no mundo outra banda tão joydivisioniana quanto, mas o SWR me surpreendeu no melhor dos sentidos. E poderia enlistar aqui qualquer outra música deles ("Someone Must Get Hurt" ou mesmo "Tear You Apart") mas esta foi a que mais grudou em mim.
3° Wry - In the Hell of My Head: Sem palavras estou. Puro Wry, (acredite, faz sentido a partir do momento em que você se deixa levar por aqueles riffs ultra-sônicos), já que a banda sempre teve uma personalidade muito acentuada e, concomitantemente, mal comparando ao estilo J&MC de ser, não me pergunte como, pergunte ao Mario.... Como eu disse, estou sem as palavras certas, por isso uso as erradas e continuo rasgando seda pra eles.
4° Nunca Mais Monotonia - Bois de Gerião: O que? Saxofones à Style Council (só que ainda melhor) por cima de uma letra fofa? Clipe bacanudo, animação, P&B? Ora, ora...
5° Behind the Horizon, do Bob Dylan - Poderia colocar aqui o Modern Times inteiro, mas decidi que seria uma música por banda, então escolhi a belíssima "Behind the Horizon" (embora os adjetivos sirvam mais à irrepreensível versão de "Working Man's Blues #2"). Essa música é um encanto, assim como todo o disco, que não é passado (não é?), mas é mais que perfeito (é, Gis piadista). É o tipo de disco que você coloca para tocar e não precisa pular nenhuma faixa. Não consigo me conter, nem esconder a cara de besta que se estampa em mim ao ouvir tão magníficas notas. Lembro-me que à época do lançamento, quis tecer umas mui tortas linhas sobre este disco, mas não consegui conter meu deslumbramento a tempo. De qualquer forma, já me desculpei por isso, pois havia muito que um disco não me arrebatava assim.
6° Strokes - You Only Live Once: Irresistível, como tudo o que diz respeito aos Strokes. E o que dizer daquela deliciosa e peculiaresca guitarrinha strokiana? Acho que já disse.
7° Incinerate - Sonic Youth: Poderia dizer que o "Rather Ripped" é fabulosamente "sonicnurseado", como toda a inigualável discografia sônica; poderia dizer também que todas as outras faixas desse discaço deveriam constar não apenas aqui, mas em todas as listas de melhores alheias; poderia dizer que esta grudenta "Incinerate" por muito pouco não perdeu seu posto para "Reena"; poderia dizer mais um monte de baboseiras que você provavelmente já sabe, mas não, porque não preciso explicar os motivos porque o Sonic é indispensável numa lista gislesca.
8° Starlight - Muse: Maldito seja o desgraçado que falou mal dessa coisinha fofinha, gracinha, cute cute e ARREBATADORA! Não me lembro bem, nem sei o que, mas numa hora você olha e vê o dia, depois a noite, aí já é de dia novamente, e lá vem a noi... Só não escorregou para a minha lista de melhores clipes nem sei por quê (porque minhas listas ficariam ainda mais repetitivas do que já estão: melhor clipe/disco/música...). Se bem que foi por pouco. Que clipe magnífico! Ih, mas era pra falar da música...
9° Discos Arranhados - Superguidis: Nem sei de qual faixa desse "Para o Raio que o Parta" eu gosto mais, se bem que essa foi a que mais ouvi. Claro que tem outros destaques, como a faixa-título, ou fofinha "O Banana", "O Véio Máximo"...
10° Killers - "When You Were Young": O arrebatador primeiro hit-single-clip merece a designação "matador!" não apenas por ser do Killers (percebeu que meu humor se refina mais a cada lista?), mas porque se trata da melhor coisa que fizeram desde... desde que a banda se formou, oras. O primeiro disco deles, "Hot Fuss", foi superelogiado, e muitos críticos depredaram esse mas a verdade é que esse é muito melhor que seu irmão mais velho, não dá nem para comparar. Tanto em matéria de sinfonia, arranjos e o diabo que seja, como também na temática, nas letras, no próprio estilo visual e sonoro que a banda adotou.
2° She Wants Revenge - Out of Control: Imbatível!! Logo que o fantástico Interpol surgiu, lembro-me de ter dito a mim mesma que não haveria no mundo outra banda tão joydivisioniana quanto, mas o SWR me surpreendeu no melhor dos sentidos. E poderia enlistar aqui qualquer outra música deles ("Someone Must Get Hurt" ou mesmo "Tear You Apart") mas esta foi a que mais grudou em mim.
3° Wry - In the Hell of My Head: Sem palavras estou. Puro Wry, (acredite, faz sentido a partir do momento em que você se deixa levar por aqueles riffs ultra-sônicos), já que a banda sempre teve uma personalidade muito acentuada e, concomitantemente, mal comparando ao estilo J&MC de ser, não me pergunte como, pergunte ao Mario.... Como eu disse, estou sem as palavras certas, por isso uso as erradas e continuo rasgando seda pra eles.
4° Nunca Mais Monotonia - Bois de Gerião: O que? Saxofones à Style Council (só que ainda melhor) por cima de uma letra fofa? Clipe bacanudo, animação, P&B? Ora, ora...
5° Behind the Horizon, do Bob Dylan - Poderia colocar aqui o Modern Times inteiro, mas decidi que seria uma música por banda, então escolhi a belíssima "Behind the Horizon" (embora os adjetivos sirvam mais à irrepreensível versão de "Working Man's Blues #2"). Essa música é um encanto, assim como todo o disco, que não é passado (não é?), mas é mais que perfeito (é, Gis piadista). É o tipo de disco que você coloca para tocar e não precisa pular nenhuma faixa. Não consigo me conter, nem esconder a cara de besta que se estampa em mim ao ouvir tão magníficas notas. Lembro-me que à época do lançamento, quis tecer umas mui tortas linhas sobre este disco, mas não consegui conter meu deslumbramento a tempo. De qualquer forma, já me desculpei por isso, pois havia muito que um disco não me arrebatava assim.
6° Strokes - You Only Live Once: Irresistível, como tudo o que diz respeito aos Strokes. E o que dizer daquela deliciosa e peculiaresca guitarrinha strokiana? Acho que já disse.
7° Incinerate - Sonic Youth: Poderia dizer que o "Rather Ripped" é fabulosamente "sonicnurseado", como toda a inigualável discografia sônica; poderia dizer também que todas as outras faixas desse discaço deveriam constar não apenas aqui, mas em todas as listas de melhores alheias; poderia dizer que esta grudenta "Incinerate" por muito pouco não perdeu seu posto para "Reena"; poderia dizer mais um monte de baboseiras que você provavelmente já sabe, mas não, porque não preciso explicar os motivos porque o Sonic é indispensável numa lista gislesca.
8° Starlight - Muse: Maldito seja o desgraçado que falou mal dessa coisinha fofinha, gracinha, cute cute e ARREBATADORA! Não me lembro bem, nem sei o que, mas numa hora você olha e vê o dia, depois a noite, aí já é de dia novamente, e lá vem a noi... Só não escorregou para a minha lista de melhores clipes nem sei por quê (porque minhas listas ficariam ainda mais repetitivas do que já estão: melhor clipe/disco/música...). Se bem que foi por pouco. Que clipe magnífico! Ih, mas era pra falar da música...
9° Discos Arranhados - Superguidis: Nem sei de qual faixa desse "Para o Raio que o Parta" eu gosto mais, se bem que essa foi a que mais ouvi. Claro que tem outros destaques, como a faixa-título, ou fofinha "O Banana", "O Véio Máximo"...
10° Killers - "When You Were Young": O arrebatador primeiro hit-single-clip merece a designação "matador!" não apenas por ser do Killers (percebeu que meu humor se refina mais a cada lista?), mas porque se trata da melhor coisa que fizeram desde... desde que a banda se formou, oras. O primeiro disco deles, "Hot Fuss", foi superelogiado, e muitos críticos depredaram esse mas a verdade é que esse é muito melhor que seu irmão mais velho, não dá nem para comparar. Tanto em matéria de sinfonia, arranjos e o diabo que seja, como também na temática, nas letras, no próprio estilo visual e sonoro que a banda adotou.
Observações gislescas:
Quer saber qual foi o 11° lugar? A mapeada "Cidade Labirinto", do Phonopop.
E sabe qual foi o 12°? Oras, a tempestuosa "Stormy Weather", do Echo and the Bunnymen;
E qual qual qual qual qual foi o 13°? "Odeio", do Caetano, pois adoro odiar...
Eita, depois disso tudo, quase consegui abrir um espaço para o Goldfrapp (14° posição no ranking gislesco). Oras, essa "Ooh La La" consegue ser dançante e gostosa sem parecer uma porcaria inaudível como a que muitos desses grupinhos vêm fazendo hoje. Não sei por quê me lembrou os bons tempos de Fleetwood Mac. Aliás, desse disco novo goldfrappiano, "Supernature", destacam-se ainda outras beldades, como a deliciosa "Fly me Away" e a estilosíssima “Ride a White Horse”, até mais grudenta que sua rival "Ooh La la". É uma pena que nem tudo possa ser perfeito: a voz da está cada vez mais nojosamente "madonneada", tsc...
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