Rankear dez seria uma decangular sessão-tortura, além do mais, não ouvi quase nada desse ano neste ano (!), muito menos essas porcariadas. Mas, das que muito a contragosto ouvi (até onde aguentei), enlistei as piores das piores, ueba!
1° Be Your Own Pet - "Be Your Own Pet":
Gritos demais, vocais escandalosos demais, letras ridículas demais, tudo demais... e tudo demais é sobra. Neste caso, sobra ruindade, sobra xingamento e sobra sobra sobra dor de ouvido e enxaqueca para todo mundo que se prontifica a ouvir essa nojeira. Sério, alguém devia ter me avisado que esse troço era ainda pior que o dos Long Blondes. Embora eu tivesse custado a acreditar, gostaria muito de ter sido avisada.
2° Yeah Yeah Yeahs - "Show Your Bones":
Quem poderia imaginar que esse "Show Your Bones", fracassado sucessor do fantástico "Fever To Tell" (um dos dez melhores de 2003), seria essa decepção toda? Nem eu, que sempre antevejo o pior. Que droga, eu esperava muito mais deles, essa realmente doeu. Ainda me recuso a acreditar que o YYY amarelou, só que mais difícil ainda é acreditar que quase ninguém percebeu isso. Não se salva merda nenhuma desse troço aí, nadanadanada, nem mesmo a tão comentada pseudobalada "Dudley". Lamentável.
3° Flaming Lips - "At War With The Mystics":
Temos aqui outra grande decepção desse aninho feioso. O primeiro single, a mala "Yeah Yeah Yeah Song", até que teria potencial para adentrar o rol das minhas favoritíssimas, mas perdeu a vez graças àqueles insuportáveis yeahhayehahayehahayehahhahhhehehHHEHAAAAAAHHHH!!! que permeiam todo o malditoso refrão e o começo e o desfecho e todo o resto da música. Francamente, que lixo! E digo isso com uma dor lancinante, pois os Lips sempre constaram no rol das minhas trinta bandas favoritas, mas agora decaiu lá para a lista das cinquenta piores.
4° Long Blondes - "Someone to drive you home":
Os Long Blondes, a pior e mais hypada banda da Inglaterra atualmente, jamais ficaria de fora dessa. Sua formação tosca (de butique, claro) é a pior cria britânica dos últimos trezentos mil anos, sem exagero. Só de pensar que aquela vocalistinha de merda já foi comparada até com a estilosa Deborah Harry, dá vontade de chorar. Bem que dizem que cada geração tem o ídolo que merece, tfu... ídolo... Bem, e a náusea só se completa com a audição do horrorosérrimo disquinho de estréia deles, esse crekas aí. Não merece (e não terá) nem mesmo um mísero comentário lixoso. Coitados, e ainda pensam que sua "música" os iguala aos Carpenters! Tfu, tem gente que realmente não se enxerga mesmo.
5° Dresden Dolls - "Yes, Virginia":
Se o primeiro já era um pé-no-saco, esse tenta em vão consertar um erro que muitos nem tinham percebido que havia sido cometido. Não é o meu caso, por isso mesmo que esse ridiculoso "Yes, Virginia" veio parar aqui, por tentar ser pop e não conseguir. Brandon Flowers que o diga (depois de pastar tentando, finalmente conseguiu), devia dar umas aulinhas para essas bonequinhas aí.
Reprovadíssima a versão acústica de "Little Sister", que o Queens of the Stone Age fez em seu Unplugged. Não é o tipo de música que fique bem sem que haja uma banda completa que a sustente. Em compensação, a iluminação neste Acústico estava mais que deslumbrante. Um muito bem calculado plano de luzes de cores quentes diversas (tons de vermelho formando rosa, cor-de-laranja...) formando um efeito belíssimo no palco, perfazendo um trabalho que era de responsabilidade das músicas (criar um clima intimista e transcendental, próprio dos acústicos) e que as versões insossas não fizeram.
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