segunda-feira, 20 de julho de 2020

UM SONHO SERIAL

Esta semana, tive um sonho lotadaço de referências serialísticas, ó só: começava, sei lá onde, só sei que o Mulder e a Scully estavam numa missão no aeroporto de Congonhas, acredite. Eu concluí isso (a locação) por causa do piso cinqüentista. Enfim, a Scully veio se lamentando: "Oh, é tão difícil trabalhar com o Mulder, ele sempre está certo e, no entanto, é tãããão difícil confiar nos métodos pouco ortodoxos dele... Oh, o que farei???".
Nem me lembro o que eu disse, só sei que ele foi ao zoológico (vim a saber depois que acordei, quando soube que uma comitiva de membros de algum grupo da melhoridade (numa citação dupla ao episódio "O Velho", de "Seinfeld" e também de "Pinch Hitters", de "Edição de Amanhã") estava numa excursão pela cidade e que logo passariam no zoológico). O irmão fofo da Molly (os "Pesadelos de Molly") estava sempre almoçando com sua família e por isso não pude vê-lo, tóin, óin.... Mas em compensação, vi o Mulder saindo do banho enrolado numa toalha, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele tinha sumido (sim, uma clara referência ao Clark Kent em "Smallville"). Numa sala genérica, ainda dentro do aeroporto, lá estava eu, a Molly, um outro personagem que não me lembro quem era e um cara que aparentava ter, no máximo, 17 anos (agora a alusão já é musical, Green Day em "Coming Clean") que jurava ter tido um caso com a Audrey Hepburn no verão de 1977! (alusão ao filme "Cinderela em Paris", de 57, que na minha mente gislesca significa o mesmo que 77...). A grande questão: Como isso podia ser verdade se ele nem tinha nascido naquela época???????? Enfim, ele escrevia maravilhosamente bem, fiquei me roendo de inveja. Ele me mostrou um artigo humbertiano que ele tinha publicado na revista "Roman à Clef", (o mesmo titulo do livro do Canceroso no episódio "Meditações Sobre o Canceroso"... e alude também ao tipo de publicação que publica textos reais romanceados de autores desconhecidos), no qual ele narra suas aventuras com a Audrey (com fotos!): tinha fotos deles sorridentes patinando no gelo e outras das quais não me lembro. Meu queixo caiu! O cara estava mesmo falando a verdade. Ora, mas como ele parecia tão jovem? Quando acordei, caiu a ficha: o compromisso que ele tinha (muito desinteressadamente eu tinha me oferecido para ajudá-lo ?m me passou pela cabeça plagiar dele ?evisando um original que, conforme alegou, não ele teria tempo de revisar) provavelmente era ajudar Mulder e Scully em sua missão (evitar que terroristas atacassem o zoológico). Não foi ele quem me deu esta informação (um agente secreto jamais revelaria sua ocupação, a não ser que ele não fosse agente, e sim um ladrão de obras de arte, como no episódio "Show me The Monet", de "Edição de Amanhã"), eu concluí isso com base em informações que um outro personagem me passou (talvez a reencarnação de Langly, um dos pistoleiros solitários, hmm... e que eu encontrei cochilando ao lado de uns equipamentos eletrônicos bacanudos e ultramodernex no banheiro do aeroporto). Ele me disse que eu precisava levar os papéis o quanto antes para o Mulder. Ele me disse que o grupo terrorista do qual num passado remoto ele fizera parte (alusão a Jack Bristow, pai da Sidney em "Alias") estava planejando atacar três pontos de São Paulo: o Mercado Municipal, o zoológico, e um outro lugar que esqueci qual. Enfim, ele me falou isso esperando que eu tomasse providências, hmpft... Num flash, uma tv apareceu na minha frente (???) quando eu corria para a saleta onde encontraria os outros do meu grupo, e na cena o irmão da Molly aparecia almoçando, de novo, e comentando: "Coitados dos velhinhos. Eles vão sentir nossa falta." (?) Sim, foi aí que a luz se fez! Eu entendi qual era a minha missão. Mulder e Scully seriam encurralados por quatro dos terroristas ao seguir a falsa pista (o zoológico), enquanto os outros terroristas atacariam o tal lugar que eu tinha esquecido onde era, tóin, óin, óin.. Tudo estava nas mãos gislescas e eu nem sabia o que fazer, porque essa memória de merda não me ajudava! Mulder e Scully morreriam por minha culpa, isso sem falar nos avós do fofo do Grant... Ele jamais me perdoaria. Sim, pois no sonho, eu só estava preocupada em impressionar o Grant, não o Mulder... Ué, nem parecia eu. E nem no meu sonho eu era escritora, puta merda! Bom, eu voltei para a saleta do primeiro bloco e, apesar de toda a preocupação e do curto tempo para executar as tarefas, resolvi passar a limpo o tal texto do ex-amante da Hepburn, afinal, já que tudo estava perdido, ao menos eu tiraria uma lasquinha do tal texto do cara. Eu já mencionei que ele era um exímio escritor? "Se o mundo fosse justo, ele seria profissional" era só nisso que eu pensava enquanto lia o troço que ele tinha escrito. Enfim, fucei os arquivos no computador dele (que também estava na tal sala, assim como todos os outros) e, depois de checar meus e-mails, notei que não conseguiria encontrar outros arquivos escritilísticos dele, e não pude fazer uma busca, pois ele usava o Windows 95 e neste sonho minha personagem não gostava do número 5... Desisti, pois tinha pouco tempo para chegar ao zoológico e avisar os agentes sobre a tocaia e fui correndo até a saída do aeroporto. Meus colegas (os três da primeira cena) estavam comigo e, quando estávamos quase conseguindo, um dos seguranças (aquele mesmo de "OZ", que teve o tornozelo cortado e não pôde mais se profissionalizar como jogador de basquete) me empurrou e gentilmente nos informou que não poderíamos sair. Logo percebi que ele estava ali para nos atrasar, provavelmente era um terrorista também. Empurrei o desgraçado, mas ele ficou com mais raiva e me deu um safanão que me fez voar longe. A essa altura, todos tinham parado para olhar (e ninguém para ajudar) e, quando me recuperei da queda, dei um soco nele. O sangue do maldito se espalhou pelas minhas suntuosas mãozinhas e eu apenas comentei tristemente algo sobre ter feito as unhas no dia anterior... Enfim, foi aí que eu acordei. Tenho certeza de que no instante seguinte, meu informante (que parecia ser muito bom de briga, reparou nos músculos dele?) surgiria para me ajudar. Ou talvez ele mesmo já tivesse saído dali para avisar os agentes. Ah, a propósito, acho que sei como o tal ex da Audrey se mantinha eternamente jovem: ele é John Barnett, do episódio: "O Homem Que Não Queria Morrer", da 1° temporada de Arquivo X!!! Mulder atirou nele novamente, mas quem garante que ele morreu mesmo? Minha teoria é de que ele se salvou de novo e pegou os documentos da pesquisa do dr. Riddley que ele tinha escondido nalgum armário de algum aeroporto. Mas de qual, de qual??????

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